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    Pesquisa nas Definições por:

    Batimentos

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    apedrado | adj.

    Guarnecido de pedras....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    enfiado | adj.

    Que tem um fio passado por um orifício....


    escardado | adj.

    Que se desfia (o chavelho do boi que bateu em corpo duro)....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    surrado | adj.

    Que foi curtido (ex.: couro surrado)....


    bpm | abrev.

    Abreviatura de batimentos por minuto....


    De modo completo (ex.: a bateria estava completamente descarregada)....


    Vestimenta, geralmente aberta à frente, usada por cima da roupa interior ou da roupa de dormir....


    plesso- | elem. de comp.

    Exprime a noção de batimento ou percussão (ex.: plessómetro)....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?