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    Traduzir "CEIFO-NO-LAS" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    baranho | n. m.

    Cordão formado pela erva que se ceifa à gadanha nos lameiros....


    gadanheiro | n. m.

    Homem que ceifa com gadanha....


    pedida | n. f.

    Cada uma das cartas que no jogo do trinta-e-um se vão pedindo até perfazer o número que se deseja....


    ferrejo | n. m.

    Cevada ou centeio colhidos verdes, antes de espigarem, para pasto dos animais....


    inço | n. m.

    Vegetais que, na ceifa, ou em outro corte, se deixam ilesos, para frutificarem e se reproduzirem....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de tirar uma dúvida relacionada com a frase que segue: em vez de ir ao cinema, deveria ir ao parque. É correto usar em vez de ou esse termo deveria ser substituído por ao invés de? Pergunto isso porque uma amiga formada em Letras com licenciatura em língua portuguesa afirmou que em vez de está errado, no entanto vejo essa expressão em livros e revistas.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.