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    Pesquisa nas Definições por:

    Reprovaram

    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    Que reprova ou exprime reprovação (ex.: gesto reprovativo; olhar reprovativo)....


    mau | adj. | n. m. | interj.

    De qualidade fraca ou insuficiente (ex.: mau texto)....


    reprovação | n. f.

    Ato ou efeito de reprovar; rejeição....


    soco | n. m. | interj.

    Pancada com a mão fechada....


    bombeação | n. f.

    Ato de bombear ou reprovar em exames....


    encratita | n. 2 g.

    Sequaz da encratítica....


    revolta | n. f.

    Resistência, geralmente violenta, contra a autoridade ou a ordem de coisas estabelecida....


    beneplácito | n. m.

    Expressão de autorização ou consentimento (ex.: foi viajar com o beneplácito dos pais)....


    chumbada | n. f.

    Peso de chumbo que, aplicado às redes ou às linhas de pesca, as faz descer na altura da água....


    pateada | n. f.

    Ato ou efeito de patear....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?