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    Pesquisa nas Definições por:

    ESTORVAVAM-TOS

    conivência | n. f.

    Acordo pecaminoso entre superior e inferior, em prejuízo alheio....


    empeço | n. m.

    Aquilo que empece, dificulta ou impede....


    empeno | n. m.

    Estado da madeira empenada....


    emporém | n. m.

    Estorvo, empecilho....


    sobrosso | n. m.

    Medo, receio (ex.: com calma e sem sobrosso)....


    atalho | n. m.

    Caminho secundário que evita rodear pelo caminho principal e permite encurtar caminho ou chegar mais rapidamente....


    desempeço | n. m.

    Remoção do que estorva; alívio; desobstrução; desembaraço....


    pespego | n. m.

    Aquilo ou aquele que estorva ou embaraça....


    embaraço | n. m.

    Dificuldade; estorvo, obstáculo....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    empacho | n. m.

    Grande peso (no estômago, por excesso de comida)....


    estorva | n. f.

    Ato de estorvar....


    estorvo | n. m.

    Ato ou efeito de estorvar....


    estrovo | n. m.

    Espécie de anel de corda que prende o remo ao tolete....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?