Pesquisa nas Definições por:

    ERRAM-NOS

    Que reconhece o seu antigo erro....


    errado | adj.

    Que não está certo....


    errático | adj.

    Que erra ou que não tem destino certo (ex.: percurso errático)....


    exato | adj.

    Certo; em que não há erro, omissão, fraude, etc....


    impenitente | adj. 2 g.

    Que se acha em estado de impenitência....


    inerrante | adj. 2 g.

    Que não erra, infalível....


    Relativo à ortografia (ex.: acordo ortográfico; erro ortográfico)....


    pífio | adj.

    Baixo, vil, desprezível....


    recidivo | adj.

    Que torna a aparecer....


    timorato | adj.

    Que teme errar, que receia ofender, que não se atreve a atuar ou a executar....




    Dúvidas linguísticas


    Agradecia que me confirmassem se o superlativo absoluto sintético de pulcro é pulcríssimo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?