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    ENREDADOS

    enredado | adj.

    Que apresenta disposição como de rede; emaranhado; labiríntico....


    Amarrotado; torcido como rodilha; enredado; embaraçado....


    enrediço | adj.

    Que se enreda ou emaranha facilmente....


    batagem | n. f.

    Operação para enredar os fios destramados dos casulos da seda....


    dédalo | n. m. | adj.

    Lugar em que os caminhos estão dispostos de modo que é fácil perder-se neles....


    fábula | n. f.

    Composição literária, geralmente com personagens de animais, em que se narra um facto cuja verdade moral se oculta sob o véu da ficção (ex.: fábula em verso)....


    labirinto | n. m.

    Edifício do qual é difícil sair, devido ao elevado número de divisões que se entrecruzam....


    meada | n. f.

    Porção de fios dobados....


    meandro | n. m.

    Sinuosidade; volta....


    salsada | n. f.

    Mistura de coisas diferentes....


    trica | n. f.

    Chicana, trapaça, enredo, maranha....


    urdimaça | n. f.

    Enredo, intriga ou mexerico. (Mais usado no plural.)...


    enredadeira | n. f.

    Mulher dada a enredos e intrigas....




    Dúvidas linguísticas


    Agradecia que me confirmassem se o superlativo absoluto sintético de pulcro é pulcríssimo.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?