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    ABRANDAMOS-MAS

    desescalada | n. f.

    Paragem ou abrandamento após uma subida ou aumento rápido e progressivo (ex.: desescalada de preços; desescalada de violência)....


    emoliente | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem a propriedade de fazer amolecer....


    quebra-molas | n. m. 2 núm.

    Pequena elevação de terreno ou faixa com relevo, feita ou colocada numa estrada, para provocar abrandamento na velocidade dos veículos....


    lombada | n. f.

    Lomba prolongada....


    Abrandamento ou redução da inflação....


    calmeiro | adj. | n. m.

    Diz-se da embarcação que navega com pouco vento....


    demulcente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. m.

    Que ou o que abranda ou amacia....


    lenição | n. f.

    Ato ou efeito de lenir ou de suavizar....


    Ato ou efeito de lenificar ou de suavizar....


    adoçado | adj.

    Que se adoçou; que tem açúcar ou adoçante....


    cinese | n. f.

    Resposta de um ser vivo a estímulos externos com aceleração ou abrandamento de movimentos....


    abrandar | v. tr. | v. intr.

    Tornar brando, suavizar, afrouxar, mitigar....


    adoçar | v. tr. | v. pron.

    Tornar doce....



    Dúvidas linguísticas


    Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?