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    ABASTO-AS

    estribado | adj.

    Que está seguro em estribo; que se estribou....


    pertença | n. f.

    Parte acessória ou complementar, dependente de outra ou anexa a ela....


    abastado | adj. | adj. n. m.

    Que tem bastante ou o que é necessário....


    alfar | v. intr.

    Abastar-se....


    pindérico | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem revela mau gosto, falta de elegância (ex.: que nome tão pindérico; bando de pindéricas)....


    esquerda | n. f. | interj.

    Mão esquerda....


    abastar | v. intr. | v. tr.

    Ser suficiente....


    abastança | n. f.

    Quantidade suficiente de tudo o que é preciso....


    abasto | n. m. | adv.

    Ato ou efeito de abastar (ex.: aquele era o pão para basto da comunidade)....


    poderoso | adj. | n. m.

    Que tem poder....


    miserável | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que é muito pobre....


    bacana | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que agrada ou denota qualidades positivas (ex.: ambiente bacana, roupas bacanas, música bacana, cara bacana)....


    Que não é abastado; que perdeu a abastança....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se, perante a utilização de uma oração intercalar precedida da conjunção e, a vírgula deverá vir antes ou depois da conjunção. Concretizando, qual das frases estará correcta: Tratando-se de uma questão importante, e tendo em conta os valores envolvidos, importa tomar uma decisão urgente ou Tratando-se de uma questão importante e, tendo em conta os valores envolvidos, importa tomar uma decisão urgente.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.