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    Esta palavra no dicionário

    Que tem um órgão ou um apêndice securiforme....


    falca | n. f.

    Toro ou peça de madeira desbastada com machado ou enxó....


    contística | n. f.

    Conjunto de contos (ex.: contística de Machado de Assis)....


    francisca | n. f.

    Pequeno machado de guerra, com a lâmina em arco terminando em dois cantos aguçados, usado pelos francos e germanos, muitas vezes como arma de arremesso....


    biface | n. m.

    Machado de mão, feito de pedra, geralmente sílex, grosseiramente talhada nas duas faces, característico das primeiras indústrias paleolíticas....




    Dúvidas linguísticas


    Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?