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    Pesquisa nas Definições por:

    cilindrassem

    Que tem a forma de meio cilindro cortado longitudinalmente....


    aríete | n. m.

    Máquina de guerra para arrombar portas e se desconjuntar muralhas....


    barrilete | n. m.

    Pequeno barril, geralmente de menos de dez litros....


    chinquilho | n. m.

    Jogo que consiste em derrubar, com um disco ou chapa, um pau ou cilindro colocado a certa distância....


    lápis | n. m. 2 núm.

    Artefacto, geralmente de madeira, cilíndrico, comprido e fino, cujo interior contém uma barra de grafite para escrever ou desenhar (ex.: para a prova de desenho, é preciso levar papel, lápis e borracha)....


    bobe | n. m.

    Cilindro de material plástico, leve e oco, usado para enrolar uma madeixa de cabelo....


    admissão | n. f.

    Ato ou efeito de admitir....


    bolinete | n. m.

    Cilindro de madeira, na coberta do navio, e que serve de cabrestante para a manobra....


    fito | adj. | n. m.

    Fixo; fincado, imóvel....


    gaveta | n. f.

    Cada uma das caixas corrediças que se embebem nos móveis e servem para encerrar objetos....


    giz | n. m.

    Variedade de carbonato de cal usado como lápis branco....


    periciclo | n. m.

    Zona externa do cilindro central da raiz e do caule....


    rebolo | n. m. | adj.

    Espécie de mó que gira sobre um eixo próprio para amolar instrumentos cortantes....


    ronca | n. f.

    Ato ou efeito de roncar....


    Dispositivo rotativo, geralmente composto por um disco ou cilindro com buracos à volta da circunferência, que permite visualizar uma sequência de imagens fixas dando a ilusão de movimento....


    trilho | n. m.

    Estrado ou cilindro de madeira com dentes de ferro, geralmente puxado por gado, com que se debulham os cereais na eira....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?