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    MARCÁRAMOS-TAS

    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    marcadouro | adj.

    Diz-se das peças de ouro ou de prata cuja liga consente serem marcadas pelo contraste....


    palmati- | elem. de comp.

    Exprime a noção de dividido como os dedos da mão (ex.: palmatinervado)....


    sigilado | adj.

    Dizia-se de uma terra argilosa a que se atribuíam propriedades medicinais....


    tipo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de impressão (ex.: tipofotografia)....


    semato- | elem. de comp.

    Exprime a noção de sentido ou significado (ex.: sematologia)....


    sine die | loc.

    Sem marcação de uma data certa; sem uma data precisa para acontecer ou realizar-se (ex.: foi adiado sine die; adiamento sine die)....


    Dizia-se entre os antigos sobre os dias felizes; em sentido oposto nigro notanda lapillo....


    Expressão usada para considerar feliz certo dia, seguindo costume dos antigos romanos, para quem o preto era símbolo da adversidade e o branco da prosperidade....


    Dizia-se entre os antigos sobre os dias nefastos; em sentido oposto albo notanda lapillo....


    Que tem marcas ou cores para avisar ou repelir os predadores....


    alveiro | adj. | n. m.

    Que tem cor alva....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.