PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    DERRAMAR

    efuso | adj.

    Que se efundiu....


    esparso | adj.

    Espalhado, disperso....


    Que se compraz em derramar ou em ver sangue....


    lávico | adj.

    Relativo a lava (ex.: derrame lávico)....


    renhido | adj.

    Que é disputado ou travado com muita intensidade ou ferocidade (ex.: debate renhido; disputa renhida; eleições renhidas)....


    lago | n. m.

    Porção de água cercada de terra, sem comunicação imediata com um mar....


    lagoeiro | n. m.

    Charco (de água pluvial)....


    efluxo | n. m.

    Escoamento de um líquido para fora de uma cavidade....


    Derrame de sangue na cavidade peritoneal ou no interior da membrana serosa que cobre as paredes do abdómen e dos órgãos do sistema digestivo....


    Derrame de sangue na cavidade peritoneal ou no interior da membrana serosa que cobre as paredes do abdómen e dos órgãos do sistema digestivo....


    cruentação | n. f.

    Ato de cruentar, derramamento de sangue....


    cuspinheira | n. f.

    Grande quantidade de cuspo derramado....


    finta | n. f.

    Contribuição municipal ou paroquial extraordinária, proporcional aos haveres de cada um....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber a etimologia da palavra milagre.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?