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    Pesquisa nas Definições por:

    BARRAVAS-MA

    barrento | adj.

    Que tem ou leva barro (ex.: água barrenta)....


    cacimbado | adj.

    Diz-se do terreno onde há cacimbas ou poços....


    Relativo a energia (ex.: economia energética; fontes energéticas)....


    ostracino | adj.

    Que está ou vive sobre a concha da ostra....


    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    Ato ou efeito de arranchar ou arranchar-se....


    arranco | n. m.

    Ato de arrancar....


    barrada | n. f.

    Terra de semear, nas encostas, fora das vargens....


    barrado | adj. | n. m.

    Que tem barra....


    barradura | n. f.

    Ato ou efeito de barrar (revestir de barro)....


    barragem | n. f.

    Obstáculo praticado numa corrente de água....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    barreiro | n. m.

    Lugar onde há ou donde se extrai barro....


    camotim | n. m.

    Grande pote de barro onde algumas tribos indígenas metiam cadáveres para os enterrar....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?