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    Pesquisa nas Definições por:

    marar-mo

    bímare | adj. 2 g.

    Que está entre dois mares....


    marado | adj.

    Que perdeu a razão ou apresenta perturbações mentais....


    A causa precede o efeito, o todo resulta da reunião das partes (ex.: para ter uma esquadra, são precisos navios, ante mare, undae)....


    Expressão usada para indicar uma massa de água aberta à navegação....


    Expressão usada para indicar grande abundância ou confusão....


    Expressão usada para indicar uma massa de água que faz parte da jurisdição de um país e que não está aberta à navegação....


    batimetria | n. f.

    Medição da profundidade e do relevo do fundo de mares, rios ou lagos....


    delfim | n. m.

    Designação dada a vários mamíferos cetáceos marinhos, geralmente da família dos delfinídeos, de focinho alongado, que vivem em grupo e são encontrados em todos os mares....


    otária | n. f.

    Género de mamíferos pinípedes carnívoros do Pacífico e dos mares do Sul....


    paguro | n. m.

    Género de crustáceos decápodes espalhados por todos os mares....


    quebra-gelo | n. m.

    Embarcação cuja proa é apropriada para abrir caminho nos mares gelados....


    tridente | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem três dentes....


    tubípora | n. f.

    Género de pólipos dos mares quentes....


    Presença excessiva de nutrientes, sobretudo fosfatos e nitratos, em massas de água como mares, lagos, etc., que origina desenvolvimento excessivo de matéria orgânica....


    hipoglosso | adj. | n. m.

    Que está debaixo da língua....


    icebergue | n. m.

    Massa de gelo que flutua nos mares polares depois de se ter desprendido de um glaciar....


    maremoto | n. m.

    Alteração da superfície do mar, com altura elevada e poder destrutivo na costa, provocada por um sismo, por uma erupção vulcânica ou por um desmoronamento submarino; tremor do mar....


    ranina | n. f.

    Género de crustáceos decápodes dos mares quentes....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?