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marado

maradomarado | adj.
masc. sing. part. pass. de mararmarar
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ma·ra·do ma·ra·do


(particípio de marar)
adjectivo
adjetivo

1. [Informal]   [Informal]  Que perdeu a razão ou apresenta perturbações mentais. = DOIDO, MALUCO

2. [Informal]   [Informal]  Que sofreu estragos ou danos; que está em mau estado (ex.: o computador está marado). = ESTRAGADO

3. [Gíria]   [Gíria]  Morto.


ma·rar ma·rar 1

- ConjugarConjugar

(origem indiana)
verbo transitivo

1. [Informal]   [Informal]  Causar a morte de. = ASSASSINAR

2. [Informal]   [Informal]  Causar danos ou estragos em (ex.: os filhos mararam a aparelhagem).

verbo intransitivo

3. [Informal]   [Informal]  Tornar-se louco ou tresloucado (ex.: ele marou com as drogas).


ma·rar ma·rar 2

- ConjugarConjugar

(origem obscura)
verbo transitivo

[Informal]   [Informal]  Apreciar com a visão. = GALAR

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Anagramas

Esta palavra em blogues

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Rui Manuel Dinis Cunha Marado , Furriel 01152269;;

Em Alberto Helder

para a esquerda e o ceptro esquerdo tão marado que a cotonete covid não entra bem..

Em

pondero sobre o que levo deste ano marado e não levo nenhuma delas..

Em

Dicen que escapó de un sueño En casi su mejor gambeta Que ni los sueños respeta Tan lleno va de coraje Sin demasiado ropaje Y sin ninguna careta Dicen que escapó este mozo Del sueño de los sin jeta Que a los poderosos reta Y ataca a los más villanos Sin más armas en la mano Que un "diez" en la camiseta.

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GOLO DO SÉCULO ( MARADÓ , MARADÓ ) (Manu Chao: LA VIDA ES UNA TOMBOLA) (MARADONA vestido à SPORTING)

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Dúvidas linguísticas


Em expressões como não análise, não excedente, não conhecimento, não aceitação, não provimento, etc., quando deve ser utilizado, ou não, o hífen?
A utilização do hífen em casos semelhantes aos apresentados é possível e até muito usual.

A palavra não, por se tratar de um advérbio, é uma palavra invariável usada geralmente para modificar um verbo (ex.: não comi), um adjectivo (ex.: pessoa não competente), outro advérbio (ex.: agindo não eficazmente) ou uma frase (ex.: não podemos deixar-nos adormecer) mas em geral não modifica substantivos. Por este motivo, é comum ligar este advérbio por hífen a um substantivo que se lhe segue, mas tal procedimento não é obrigatório, nem é regulado por qualquer indicação nos textos legais em vigor para a língua portuguesa.

O que é dito sobre o hífen no Acordo Ortográfico de 1945 (válido para o português europeu, mas muito semelhante ao que é dito no Formulário Ortográfico de 1943, válido para o português do Brasil) é bastante vago e nada esclarecedor sobre este assunto: “Emprega-se o hífen nos compostos em que entram, foneticamente distintos (e, portanto, com acentos gráficos, se os têm à parte), dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento, um substantivo e um adjectivo, um adjectivo e um substantivo, dois adjectivos ou um adjectivo e um substantivo com valor adjectivo, uma forma verbal e um substantivo, duas formas verbais, ou ainda outras combinações de palavras, e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos.” (Base XXVIII [sublinhado nosso]).

O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

O uso do hífen coloca então muitas dúvidas aos utilizadores da língua, pois não obedece geralmente a critérios lógicos, mas antes a convenções e muitas vezes é justificado devido à tradição de registo em dicionários de língua que funcionam como referência. Neste âmbito, surgem em muitos dicionários entradas com o elemento não- seguido de adjectivos, substantivos e verbos, mas como, em teoria, qualquer palavra de uma destas classes poderia ser modificada pelo advérbio não, o registo de todas as formas possíveis seria impraticável e de muito pouca utilidade para o consulente.

Em conclusão, podemos afirmar que o uso do hífen é possível para ligar o advérbio não a um substantivo; o uso do hífen para ligar o advérbio não a classes que são habitualmente modificadas por advérbios (verbos, adjectivos, advérbios) parece ser desnecessário, dadas as características da classe adverbial, mas nada o impede.




É indiferente a utilização indistinta dos verbos levantar e alevantar, rebentar e arrebentar?
As palavras que referiu são sinónimas duas a duas (alevantar = levantar, arrebentar = rebentar), sendo as formas iniciadas por a- variantes formadas pela adjunção do prefixo protético a-, sem qualquer alteração de sentido. A estas palavras podem juntar-se outros pares, como ajuntar/juntar, amostrar/mostrar, arrecuar/recuar, assoprar/soprar, ateimar/teimar, etc.

As formas com o elemento protético a- são geralmente consideradas mais informais ou características do discurso oral, devendo por isso ser evitadas em contextos que requerem alguma formalidade ou em que se quer evitar formas menos consensuais.

Apesar deste facto, não podemos fazer uma generalização destes casos para o uso do prefixo, uma vez que o prefixo a- pode ter outros valores, como os de aproximação, mudança (ex.: abaixo < a- + baixo, acertar < a- + certo + -ar) ou de privação, negação (ex.: atemporal < a- + temporal, assexuado < a- + sexuado), em que já não se trata de variação, mas de derivação.

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Palavra do dia

za·gai·ar za·gai·ar

- ConjugarConjugar

(zagaia + -ar)
verbo transitivo

1. Arremessar zagaia, tipo de lança curta.

2. Ferir ou matar com esse tipo de lança.

verbo transitivo e intransitivo

3. [Pesca]   [Pesca]  Pescar com zagaia, tipo de engodo artificial.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/marado [consultado em 27-09-2021]