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    elegei

    comum | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Do uso ou domínio de todos os de um lugar ou de uma coletividade....


    Conjunto dos indivíduos eleitos para gerirem os negócios municipais, de interesse coletivo....


    tiara | n. f.

    Mitra de tríplice coroa que o papa usa em certas cerimónias....


    Opinião que não reconhece outra autoridade senão o consenso universal....


    primária | n. f.

    Primeiro ciclo do ensino básico....


    elegia | n. f.

    Poema sobre assunto triste ou lutuoso....


    elegíaco | adj. | n. m.

    Relativo a elegia....


    governo | n. m.

    Ato ou efeito de governar....


    questor | n. m.

    Magistrado da antiga Roma que tinha a seu cargo as finanças....


    Sistema político em que o presidente, eleito por sufrágio direto, é o chefe de estado e tem alguns poderes e prerrogativas, mas não é o chefe do governo, que normalmente é o primeiro-ministro, eleito pelo parlamento....


    legislativas | n. f. pl.

    Processo eleitoral para a constituição do órgão legislativo de um país (ex.: em Portugal, as legislativas elegem os deputados à Assembleia da República)....


    deputado | n. m.

    Aquele que é comissionado para curar de negócios de outrem....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    O VOLP, os dicionários Houaiss, Aurélio e Priberam registram o verbete "norma-padrão", com hífen. A mesma grafia é encontrada nas gramáticas da Língua Portuguesa de autores brasileiros. Por outro lado, nenhuma das fontes acima citadas registra ou usa a forma "norma-culta", com hífen. Nas gramáticas, só aparece "norma culta", sem hífen. Qual seria a explicação para o uso do hífen em "norma-padrão" e o não uso do hífen em "norma culta"?