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    Pesquisa nas Definições por:

    doutorem-tas

    Dra. | abrev.

    Abreviatura de doutora....


    júri | n. m.

    Conjunto de cidadãos escolhidos que constitui um tribunal, juntamente com um coletivo juízes (ex.: o júri considerou a ré culpada)....


    massorá | n. f.

    Crítica da Bíblia feita por doutores judeus para estabelecer a forma correta do texto....


    Curso ou atividade de especialização ou de investigação realizado depois de concluído um doutoramento....


    Pessoa que está a realizar um pós-doutoramento....


    doutora | n. f.

    Mulher que recebeu o grau de doutor....


    doutorado | adj. | n. m.

    Que recebeu o grau de doutor; que se doutorou....


    doutorando | n. m.

    Aluno de um curso de doutoramento....


    padrinho | n. m. | n. m. pl.

    O que apresenta o neófito ao batismo....


    cânone | n. m. | n. m. pl.

    Princípio geral, de onde retiram ou inferem princípios mais específicos ou particulares (ex.: conhece os cânones clássicos)....


    mestrona | n. f.

    Sabichona; doutora....


    toga | n. f.

    Espécie de capa usada na antiguidade romana, que deixava geralmente coberto o braço esquerdo....


    secreta | n. f.

    Oração que na missa o celebrante diz em voz baixa antes do prefácio....


    doutorar | v. tr. | v. pron.

    Conferir o grau de doutor....


    exclusive | adv.

    De maneira exclusiva; sem inclusão (ex.: o corpo docente produziu mais de uma centena de trabalhos técnicos, exclusive teses de mestrado e de doutoramento)....


    diploma | n. m.

    Título confirmativo de direito, mercê, grau ou habilitação (ex.: diploma de doutoramento; diploma profissional)....


    formar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar corpo ou forma a....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?