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    Pesquisa nas Definições por:

    TARUGAVAM-MOS

    chapuz | n. m.

    Peça que se coloca num orifício antes de inserir parafusos ou pregos, para reforçar a fixação....


    taruga | n. f.

    Mamífero ruminante (Hippocamelus antisensis) da família dos cervídeos, encontrado nos Andes, na América do Sul....


    taruca | n. f.

    Mamífero ruminante (Hippocamelus antisensis) da família dos cervídeos, encontrado nos Andes, na América do Sul....


    tarugar | v. tr.

    Prender ou pregar com tarugo....


    tampão | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Grande tampa....


    bucha | n. f. | n. 2 g.

    Rodela, trapo ou papel que ataca as cargas de fogo....


    tarugo | n. m.

    Torno ou prego de pau de que cada metade se embebe em cada uma das duas peças que se querem aflorar (por exemplo nas folhas da mesa elástica)....


    taco | n. m.

    Pau com que se impelem as bolas no jogo do bilhar ou em jogos como o golfe....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?