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    Pesquisa nas Definições por:

    SIMULEIS

    ficto | adj.

    Que se fingiu ou simulou....


    blefe | n. m.

    Jogo de cartas que pretende impressionar e iludir o adversário, levando-o à desistência....


    tanatose | n. f.

    Estratégia de alguns animais que consiste em simular a morte, geralmente para enganar um predador ou uma presa....


    finta | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente fingindo avançar por um lado, para seguir pelo outro....


    efeito | n. m.

    O que resulta de uma causa (ex.: efeitos colaterais)....


    aparte | n. m.

    O que um ator diz simulando falar consigo ou como se só fosse ouvido pelo público....


    tirocínio | n. m.

    Primeiro ensino ou primeira formação....


    vilosidade | n. f.

    Qualidade do que é viloso....


    Capacidade de certos animais para simular a morte, geralmente como defesa em relação aos predadores....


    fantástico | adj. | n. m.

    Que não tem realidade e só existe na imaginação (ex.: criaturas fantásticas; ser fantástico)....


    patomimia | n. f.

    Necessidade mórbida de simular uma doença ou um sintoma, que pode ir até à automutilação....


    realidade | n. f.

    Qualidade do que é real....


    fita | n. f.

    Ato de fingir (ex.: aquilo é fita)....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.