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    Pesquisa nas Definições por:

    RETIREMOS-MAS

    afastado | adj.

    Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....


    isento | adj.

    Desobrigado....


    recolhido | adj.

    Que se obteve ou recebeu; arrecadado....


    víspere | interj.

    Expressão usada para mandar retirar, sair ou afastar-se....


    destelhado | adj.

    Que se destelhou; que perdeu ou a que se retirou as telhas (ex.: casas destelhadas)....


    A coisa furtada (ex.: entregou a res furtiva a um comparsa, que a retirou do local do delito)....


    Sequência de palavras, geralmente latinas ou alatinadas, utilizada para preencher o espaço destinado a texto numa publicação, página de Internet, interface gráfico, etc. e testar as opções de formatação e edição e o arranjo dos elementos gráficos antes da inserção do conteúdo....


    vambora | interj.

    Expressão usada para incitar a retirada ou saída (ex.: vambora, que já estamos atrasados)....


    simbora | interj.

    Expressão usada para incitar a retirada ou saída (ex.: simbora, minha gente!)....


    desculpabilizante | adj. 2 g.

    Que desculpabiliza ou retira a culpa a alguém ou a si próprio....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?