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    REPRIMI-MOS

    represado | adj.

    Que se represou; detido, suspenso....


    incontido | adj.

    Que não se consegue conter; que não se consegue reprimir....


    conjuração | n. f.

    Compromisso solenemente contraído entre vários indivíduos contra um governo constituído ou as instituições vigentes....


    coerção | n. f.

    Ato de coagir ou de forçar pela intimidação, pela força ou pela violência....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    Organização secreta encarregada de reprimir a atividade dos agentes estrangeiros no território nacional....


    refreadouro | n. m.

    Tudo o que reprime ou sujeita como um freio....


    rédea | n. f.

    Correia com que se maneja o freio....


    repressor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....


    reprimidor | adj. n. m.

    Que ou aquele que reprime....


    enfreador | adj. n. m.

    Que ou aquele que enfreia....


    refreador | adj. n. m.

    Que, aquele ou aquilo que reprime, que sujeita como com um freio....


    Falta de lealdade ou de fé à confiança depositada....



    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.