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    Pesquisa nas Definições por:

    PROGRAMASSE-MAS

    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Relativo a mísseis ou à missilística (ex.: ameaça missilística; programa missilístico; tecnologia missilística)....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    aplicativo | adj. | n. m.

    Que pode ou deve ser aplicado....


    garota | n. f.

    Criança do sexo feminino....


    indexador | adj. | n. m.

    Que indexa ou serve para indexar....


    Transformação de um código ou de uma linguagem que estava convertida para ser lida por um computador em linguagem de programação....


    malware | n. m.

    Programa concebido para causar danos ou para aceder ilegalmente a informação em sistemas informáticos....


    chunguice | n. f.

    Qualidade do que é chunga (ex.: o programa é de uma chunguice notável)....



    Dúvidas linguísticas


    Aqui temos um bairro muito tradicional chamado Pampulha, cujo nome remete a um bairro lisboeta, também chamado Pampulha ou Pampulhosa, na freguesia de Santos, segundo algumas enciclopédias (Portuguesa e Brasileira e outras). Gostaria de contar com sua ajuda para saber a origem desta palavra, se é de origem latina (relativa a pamphilli - família imperial romana), se tem origem árabe ou se é do português arcaico (pam - pão).


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.