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    Pesquisa nas Definições por:

    MEDITASTES-LHA

    Que medita ou pensa muito profundamente....


    Santo Agostinho, nas hesitações anteriores à conversão, refugiara-se num bosque para meditar e ouviu uma voz pronunciar essas palavras; olhando para o livro que o seu amigo Alípio lia, deparou-se-lhe uma epístola de São Paulo, que decidiu a conversão....


    Provérbio latino que defende que convém meditar nas circunstâncias em que possa ser importante deixar provas materiais de uma opinião, de um facto, etc....


    digestão | n. f.

    Elaboração dos alimentos no estômago e nos intestinos....


    reputação | n. f.

    Conceito; opinião pública, favorável ou desfavorável....


    cuidado | n. m. | adj. | interj.

    Cautela, precaução....


    tai chi | n. m.

    Arte marcial de origem chinesa, de execução lenta e suave, com um sistema de exercícios físicos que promove o relaxamento e a meditação....


    Arte marcial de origem chinesa, de execução lenta e suave, com um sistema de exercícios físicos que promove o relaxamento e a meditação....


    retiro | n. m.

    Lugar retirado....


    recolhimento | n. m.

    Ato ou efeito de recolher ou de recolher-se....


    reflexão | n. f. | n. f. pl.

    Ato ou efeito de refletir....


    reptante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem repta ou desafia....


    cogitar | v. tr. e intr.

    Pensar com insistência (ex.: cogitava no que queria resolver)....


    conceber | v. tr. | v. intr.

    Desenvolver em si o germe....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.