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    Pesquisa nas Definições por:

    Livre-To

    aberto | adj.

    Que não tem cobertura....


    abrigado | adj.

    Livre da intempérie....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    desocupado | adj.

    Que não tem em que se ocupar....


    Que tem pétalas livres, não ligadas entre si (ex.: corola dialipétala)....


    Que tem as sépalas livres entre si (ex.: cálice dialiossépalo, flor dialiossépala)....


    eneandro | adj.

    Que tem nove estames, livres entre si....


    escápole | adj. 2 g.

    Livre de obrigação....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    frutifloro | adj.

    Que floresce sobre o fruto recém-nascido....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?