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    Pesquisa nas Definições por:

    Invejemos-To

    Corresponde ao nosso adágio: «Quem é o teu inimigo? O oficial do mesmo ofício»....


    ínvido | adj.

    Que sente ou revela inveja....


    inveja | n. f.

    Desgosto pelo bem alheio....


    cio | n. m.

    Apetite sexual dos animais, especialmente das fêmeas, em determinadas épocas do ano....


    ciúme | n. m.

    Receio ou despeito de certos afetos alheios não serem exclusivamente para nós....


    enveja | n. f.

    O mesmo que inveja....


    zelo | n. m. | n. m. pl.

    Empenho solícito em procurar o bem próprio ou alheio....


    mete-nojo | adj. 2 g. 2 núm. n. 2 g. 2 núm.

    Que ou quem provoca inveja pela felicidade que aparenta ou por algo que possui (ex.: tinha um bronzeado mete-nojo; ela é uma mete-nojo, vai estar de férias o mês inteiro)....


    invejoso | adj. n. m.

    Que ou quem sente ou revela inveja....


    ciar | v. tr.

    Ter ciúmes de....


    roído | adj.

    Que se roeu....


    olho-grande | n. m.

    Pessoa que mostra inveja ou cobiça....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.