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    Pesquisa nas Definições por:

    FISCALIZE-MOS

    Relativo à preservação e defesa das plantas e dos animais (ex.: normas zoofitossanitárias)....


    hieropeu | n. m.

    Funcionário que, na antiga Atenas, fiscalizava os sacrifícios públicos....


    auditoria | n. f.

    Cargo ou tribunal de auditor....


    híper | n. m.

    Grande estabelecimento comercial em que o comprador retira as mercadorias das prateleiras ou estantes, efetuando o pagamento à saída (ex.: marcaram encontro no híper; os híperes apertaram a fiscalização ao peixe fresco)....


    controlo | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    guarda-barreira | n. m. | n. 2 g.

    Guarda que fiscalizava a introdução dos géneros de consumo, às portas de uma cidade....


    controle | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    olhómetro | n. m.

    A visão usada como instrumento pouco preciso de avaliação ou de medição (ex.: cálculo feito a olhómetro; sem meios adequados, a polícia teve de recorrer ao olhómetro para fiscalizar o excesso de carga)....


    zelador | adj. n. m.

    Que ou aquele que zela....


    vedor | adj. n. m.

    Que ou aquele que vê, inspeciona ou fiscaliza....


    denunciado | adj. | adj. n. m.

    Que se denunciou....


    parlamento | n. m.

    Assembleia política com poder legislativo e de fiscalização do poder executivo, onde se discutem os assuntos do Estado....


    Relativo à higiene e à conservação da saúde (ex.: condições higienossanitárias; controlo higienossanitário; fiscalização higienossanitária)....


    controlar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Exercer o controlo de ou sobre algo, alguém ou sobre si próprio....


    fiscalizar | v. tr. | v. intr.

    Exercer fiscalização sobre....


    sonegar | v. tr. | v. pron.

    Ocultar à fiscalização da lei....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber a etimologia da palavra milagre.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?