Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
parlamentoparlamento | s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de parlamentarparlamentar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

par·la·men·to par·la·men·to
(francês parlement, assembleia de pessoas que deliberam, de parler, falar)
nome masculino

1. Assembleia política com poder legislativo e de fiscalização do poder executivo, onde se discutem os assuntos do Estado.

2. Conjunto formado pelas câmaras legislativas de um país (ex.: o parlamento inglês é composto por duas câmaras).


par·la·men·tar par·la·men·tar 1
(parlamento + -ar)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Relativo a parlamento.

nome de dois géneros

2. Membro de um parlamento. = DEPUTADO


par·la·men·tar par·la·men·tar 2 - ConjugarConjugar
(francês parlementer)
verbo transitivo e intransitivo

1. Fazer ou aceitar propostas para a capitulação de uma praça, a conclusão de um armistício, etc.

2. Ter ou entrar em negociações.


SinónimoSinônimo Geral: NEGOCIAR

pub

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


A diferença entre "pôr" e "por" é o acento circunflexo, que indica palavras diferentes. Porque não acontece o mesmo com "acordo" (forma verbal e substantivo)?
Segundo o Acordo Ortográfico de 1945, nas bases XVIII e XXII, os acentos agudo ou circunflexo são usados como marca de distinção entre palavras apenas quando se trata de diferenciar palavras com sílaba tónica homógrafas de palavras sem acentuação própria, como é o caso de palavras gramaticais como as preposições, nas quais se insere "por" (ao contrário de "pôr", que é uma palavra monossilábica com acentuação própria).

O Acordo de 1990 mantém os acentos gráficos como sinais distintivos entre determinadas palavras homógrafas de palavras gramaticais, mas especifica, na base IX, ponto 9, que nas palavras paroxítonas (isto é, com acentuação na penúltima sílaba) se prescinde dos acentos agudo e circunflexo para fazer a distinção com palavras proclíticas (isto é, de palavras sem acentuação própria). Assim sendo, "pêlo" (substantivo) passa a ser escrito sem acento circunflexo, que antes era usado como meio de distinção da contracção "pelo", assim como "pólo" perde o acento agudo, sendo grafado da mesma maneira que a contracção "polo", muito pouco usada na actualidade.

Quanto à palavra "acordo", trata-se de uma forma gráfica comum para um substantivo e para uma forma verbal, ambos com sílaba tónica, pelo que, nestes casos, os acordos de 1945 e de 1990 não instituem um acento gráfico como sinal distintivo de categoria gramatical.




Existem muitos verbos que usamos como transitivos diretos (ex.: Paula irritou Pedro), mas, quando usados com relação a Deus, sempre aparecem como indiretos (ex.: essa atitude irritou a Deus). Isso é correto?
No exemplo referido e em outros afins, trata-se de uma construção com um verbo considerado transitivo directo, mas usado com um complemento iniciado pela preposição a (que é uma construção típica dos complementos indirectos).

Por este motivo, poderia parecer à primeira vista que se trata de um complemento indirecto, como em ofereceu uma flor a seu pai = ofereceu-lhe uma flor. No entanto, em irritou a Deus, o complemento a Deus só pode ser pronominalizado com o pronome de complemento directo (irritou-O, e não *irritou-Lhe). Estes complementos são por isso habitualmente designados por complementos directos preposicionados.

As construções com complemento directo preposicionado são normalmente descritas pelas gramáticas como ocorrendo "com os verbos que exprimem sentimentos" (Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Edições Sá da Costa, 1998, pp. 143), mas esta descrição é muito vaga e insuficiente, pois na verdade são construções usadas em contextos muito restritos e pouco usuais, geralmente apenas no discurso religioso. Estas construções ocorrem sobretudo em contextos com verbos como adorar, amar, bendizer, honrar, louvar ou temer e a palavra "deus" como complemento directo (ex.: amar a Deus), mas ocorrem também com outros complementos directos aos quais se dá, de alguma forma, uma relevância reverencial ou respeitosa (ex.: amar ao próximo).

Por outro lado, o conjunto de verbos a que se pode estender este tipo de construção é difícil de delimitar e identificar. O exemplo dado (irritou a Deus) é disso prova, pois o verbo irritar não aparece em gramáticas e dicionários nos exemplários de verbos com este comportamento, mas tem uso efectivo em discursos religiosos e afins.

Mais difícil ainda é delimitar quando é que estas construções se podem estender a outros complementos directos a que se quer dar carácter reverencial, com este ou com outros verbos considerados transitivos directos (por exemplo, se podemos ou não aceitar sem problemas Paula irritou a Pedro ou Paula admoestou a Pedro).

Pelos motivos acima apontados, pode dizer-se que a construção irritou a Deus não pode ser considerada incorrecta, pois segue um paradigma que é comummente aceite para outros verbos. No entanto, se se quiser evitar construções que possam ser polémicas ou questionáveis, o uso desta construção deverá ser limitado aos exemplos tidos como mais comuns (ex.: adorar a Deus, temer a Deus).

pub

Palavra do dia

pai·ol pai·ol
(catalão pallol)
nome masculino

1. [Marinha]   [Marinha]  Parte do navio onde se guardam as provisões.

2. Depósito de pólvora e outros explosivos.

3. [Brasil]   [Brasil]  Local onde se armazenam produtos agrícolas.

4. [Informal]   [Informal]  Estômago.

Plural: paióis.Plural: paióis.
pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/parlamento [consultado em 29-11-2020]