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    FARTES-TAS

    ávido | adj.

    Que tem avidez....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    farto | adj.

    Plenamente satisfeito....


    harto | adj. | adv.

    Cheio; farto....


    insaciado | adj.

    Que não está saciado ou farto....


    repleto | adj.

    Cheio (de comida)....


    locupleto | adj.

    Que está cheio, repleto....


    fernandino | adj.

    Que é relativo a D. Fernando I (1345-1383), rei de Portugal, ou ao seu reinado (ex.: muralha fernandina)....


    que-farte | adv.

    Inteiramente, sobejamente....


    cónego | n. m.

    Clérigo que pertence a um cabido....


    cheio | adj. | n. m.

    Que tem dentro tanto quanto pode conter....


    lagúrdia | n. f.

    Usado na locução adverbial à lagúrdia, à farta....


    sobrado | n. m. | adj.

    Pavimento de madeira....


    bona-chira | n. f.

    Refeição ou alimentação farta e requintada....


    juba | n. f.

    Crina do leão....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?