PT
BR



    Pesquisa nas Definições por:

    COMERMOS-TOS

    Agarrado, apegado, como carraça....


    agaiatado | adj.

    Que tem ares de gaiato ou garoto....


    ah | interj.

    Expressão que exprime vários afetos ou estados, alguns até opostos, como dor, alegria, etc....


    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    adunado | adj.

    Unido; aderente a outro, como se formassem um só (folhas, etc.)....


    alacranado | adj.

    Áspero, de superfície cheia de talhos e esfoladuras como que denteada ou espinhosa....


    alazarado | adj.

    Como um lázaro; coberto de chagas....


    almofadado | adj.

    Estofado, acolchoado, fofo como almofada....


    amestrado | adj.

    Ensinado, doutrinado, instruído, adestrado. (Diz-se não só das pessoas, mas também dos animais como ensino especial.)...


    aneiro | adj.

    Que depende da maneira como o ano se porta....


    arguitivo | adj.

    Que se emprega como argumento....


    Que considera a criação como feita expressamente para o homem....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?