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    CAPAMOS

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    soticapa | adv.

    Debaixo de capa ou de pretexto....


    Desde o princípio até ao sinal (ex.: repetir da capo al segno)....


    da capo | loc.

    Do princípio; desde o princípio (ex.: repetir da capo)....


    abafo | n. m.

    Ato de abafar....


    barça | n. f.

    Capa de vimes para vidros ou louças....


    encapotado | n. m.

    Indivíduo embuçado em capa ou capote....


    encobrideira | n. f.

    Mulher que serve de capa, que encobre....


    furta-capa | n. m.

    Toureiro que distrai o touro....


    pénula | n. f.

    Pena com que no século XIII os jograis tocavam cítara e com que, na Antiguidade, se faziam vibrar outros instrumentos....


    socapa | n. f.

    Disfarce ou manha para enganar....


    volume | n. m.

    Espaço ocupado por um corpo qualquer....




    Dúvidas linguísticas


    Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.


    Vi a definição de ideal e constava "conjunto imaginário de perfeições que não podem ter realização completa". Queria confirmar com vocês, no caso, se o verbo "poder" não deveria conjugar com "conjunto"? Desta forma, seria "o conjunto não pode" ao invés de "o conjunto não podem". Ou existe a possibilidade de se concordar com "perfeições"? Me soa como o mesmo caso de conjugar "a maioria", em que também o verbo vai para o singular.