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    Pesquisa nas Definições por:

    AMASSAVAM-SE

    amassadouro | n. m.

    Tabuleiro ou lugar onde se amassa....


    amassaria | n. f.

    Casa, lugar, onde se amassa o pão....


    amassilho | n. m.

    Porção de farinha que se amassa de uma vez....


    batedeira | n. f.

    Recipiente em que se bate a nata para fazer manteiga....


    socado | adj. | n. m.

    Que levou socos....


    cocho | n. m.

    Tabuleiro para conduzir cal amassada....


    amasso | n. m.

    Ato ou efeito de amassar....


    estuque | n. m.

    Massa feita com pó de mármore amassado com cal, gesso e areia....


    cafta | n. f.

    Iguaria ou prato feito com carne moída, temperada e amassada em bolinhos e depois cozinhada, geralmente grelhada, assada ou frita, comum nos Balcãs e do Médio Oriente até à Índia....


    batedor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que bate....


    borracho | n. m. | adj. n. m.

    Pombo implume ou muito novo....


    unguento | n. m.

    Medicamento externo, pouco consistente, que tem por base uma substância gorda....


    miga | n. f. | n. f. pl.

    Espécie de búzio....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?