Dicionário Priberam Online de Português Contemporâneo
Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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cocho

cochococho | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

co·cho |ô|co·cho |ô|


nome masculino

1. Tabuleiro para conduzir cal amassada. = COCHA, COCHE

2. Caixa onde gira a mó dos amoladores.

3. Espécie de vasilha onde se põe água para o gado.

4. Pequena quadra onde se recolhem porcos.

5. Espécie de copo ou de recipiente de cortiça.Ver imagem

6. [Portugal: Minho]   [Portugal: Minho]  Porco.

7. [Portugal: Trás-os-Montes]   [Portugal: Trás-os-Montes]  Veneno, peçonha.

Plural: cochos |ô|.Plural: cochos |ô|.
Confrontar: coxo.
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Parecidas

Anagramas

Esta palavra em blogues

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...(ou sequestro) de animais no pasto durante os meses secos (oferecendo o volumoso no cocho )..

Em Caderno B

...uma quantidade de alimento ao animal assim que um sensor detecta sua presença no cocho ;;

Em Caderno B

...regionais, foi entregue uma imagem de Nossa Senhora do Pantanal e uma “viola de cocho ”, instrumento de madeira

Em Blog da Sagrada Família

...indígenas Terenas de Jardim, presentes de Mato Grosso do Sul, além de uma viola-de- cocho , presente dos bispos de Mato Grosso..

Em Caderno B

drenagem de águas pluviais no Distrito de Pontinha do Cocho (R$ 9,4 milhões)..

Em Caderno B
Blogues do SAPO

Dúvidas linguísticas


Por gentileza, qual o antônimo de cordial?
De acordo com o Dicionário Houaiss de Sinónimos e Antónimos, os antónimos do adjectivo cordial podem ser frio, indiferente, seco (ex.: teve uma atitude cordialteve uma atitude indiferente); desrespeitoso (ex.: as relações entre eles são cordiaisas relações entre eles são desrespeitosas); antipático, descortês, deseducado e grosseiro (ex.: os empregados daquela loja são cordiaisos empregados daquela loja são antipáticos). Os antónimos de cordial não se esgotam nesta lista, mas são estes os mais comuns para os diferentes sentidos deste adjectivo.



Porque se escreve cor-de-rosa (com hífenes) e cor de laranja (sem hífenes) Creio que já era assim antes da imposição do AO90.
Trata-se, com efeito, de uma convenção anterior ao Acordo Ortográfico de 1990.

Já no Acordo Ortográfico de 1945 (Base XXVIII) se afirmava que eram "locuções adjectivas: cor de açafrão, cor de café com leite, cor de vinho (casos diferentes de cor-de-rosa, que não é locução, mas verdadeiro composto, por se ter tornado unidade semântica)", sem que haja outra explicação para esta diferença ortográfica. Aos olhos do relator do Acordo, esta explicação parece suficiente, mas o utilizador da língua que a questione não encontrará uma resposta ou razão inequívoca que distinga cor-de-rosa dos outros eventuais compostos com cor.

Francisco Rebelo Gonçalves, no Tratado de Ortografia da Língua Portuguesa (Coimbra, Atlântida, 1947, pág. 202, nota n.º 2), que ainda hoje é uma obra de referência para a ortografia portuguesa, dá a sua explicação sobre o caso: "Diversamente de outras combinações vocabulares que se baseiam na palavra cor, como cor de laranja, cor de limão, cor de vinho, etc., as quais todas formam locuções, e não compostos, cor-de-rosa é verdadeiro composto, porque, quer como adjectivo, quer como substantivo (cf. seda cor-de-rosa, um cor-de-rosa vivo, etc), constitui uma unidade de sentido, com a qual a linguagem corrente supre, na expressão de uma das cores principais, a falta de um termo simples. De tal modo cor-de-rosa se tornou, quanto ao sentido, perfeita unidade, que até pode qualificar a própria palavra rosa[...]".

Apesar de poder haver contra-argumentos ou contraexemplos como "laranja cor de laranja", "vinho cor de vinho" ou afins, esta argumentação não foi alterada no texto do Acordo Ortográfico de 1990 (Base XV, 6.º): "Nas locuções de qualquer tipo, sejam elas substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais, não se emprega em geral o hífen, salvo algumas exceções já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa)."

A ortografia é um conjunto de regras convencionadas, e, como tal, é artificial e às vezes pouco amiga do utilizador. Não há nenhuma estratégia para ortografar de forma irrepreensível que não passe pela memorização do léxico e pela interiorização de regras, decorrentes da experiência de leitura e de escrita. O mais das vezes, é o utilizador da língua que mais lê e mais consulta obras de referência, como dicionários, prontuários e afins, que melhor conhece essas regras e que melhor escreve, mas há regras ou preceitos de difícil compreensão. Os textos das reformas e acordos ortográficos, quer mais antigos, quer mais recentes, não prevêem soluções para muitos dos problemas que criam e são lacunares, ambíguos ou incoerentes em alguns aspectos e o caso de cor-de-rosa é disso um exemplo.

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Palavra do dia

pa·ra·de·ar pa·ra·de·ar


(parada + -ear)
verbo transitivo

1. Dispor em parada.

verbo intransitivo

2. [Brasil: Rio Grande do Sul]   [Brasil: Rio Grande do Sul]  Alardear valentias falsas ou exageradas; mostrar-se fanfarrão ou presunçoso. = FANFARREAR, FANFARRONAR, POMADEAR

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/cocho [consultado em 26-11-2022]