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    desarranjava-as

    sinagoga | n. f.

    Templo de culto judaico....


    zanga | n. f.

    Aversão; antipatia....


    desconcerto | n. m.

    Ausência de concerto, de harmonia....


    desconserto | n. m.

    Falta de conserto, de reparação....


    gaveta | n. f.

    Cada uma das caixas corrediças que se embebem nos móveis e servem para encerrar objetos....


    desmancho | n. m.

    Ato ou efeito de desmanchar ou de se desmanchar....


    despreparo | n. m.

    Desarranjo; desorganização....


    empanque | n. m.

    Qualquer substância com que se vedam as juntas das máquinas, ou o desarranjo que nelas se dá....


    desarranjo | n. m.

    Ato ou efeito de desarranjar....


    desalinho | n. m.

    Falta de alinho ou de alinhamento....


    transtorno | n. m.

    Ato ou efeito de transtornar....



    Dúvidas linguísticas


    Questiona-se muito, nos dias de hoje, a existência ou não, na língua portuguesa, da locução Na medida em que. Afinal é uma expressão que existe ou não?


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.