Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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espectadorespetador ou espectadorespectador | s. m.
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es·pec·ta·dor |èt| ou |èct...ô| es·pe·ta·dor |èt...ô| ou es·pec·ta·dor |èct...ô| es·pec·ta·dor |èct...ô|
(latim spectator, -oris)
substantivo masculino

1. Aquele que assiste a espectáculo.

2. Pessoa que presencia algo. = TESTEMUNHA

3. Aquele que observa algo. = OBSERVADOR

Confrontar: expectador.

• Dupla grafia pelo Acordo Ortográfico de 1990: espetador ou espectador.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: espectador.


• Grafia no Brasil: espectador.

• Grafia em Portugal: espetador.
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Dúvidas linguísticas


Das seguintes, que forma está correcta? a) Noventa por cento dos professores manifestaram-se. b) Noventa por cento dos professores manifestou-se.
A questão que nos coloca não tem uma resposta peremptória, originando muitas vezes dúvidas quer nos falantes quer nos gramáticos que analisam este tipo de estruturas.

João Andrade Peres e Telmo Móia, na sua obra Áreas Críticas da Língua Portuguesa (Lisboa, Editorial Caminho, 1995, pp. 484-488), dedicam-se, no capítulo que diz respeito aos problemas de concordância com sujeitos de estrutura de quantificação complexa, à análise destes casos com a expressão n por cento seguida de um nome plural. Segundo eles, nestes casos em que se trata de um numeral plural (ex.: noventa) e um nome encaixado também plural (professores), a concordância deverá ser feita no plural (ex.: noventa por cento dos professores manifestaram-se), apesar de referirem que há a tendência de alguns falantes para a concordância no singular (ex.: noventa por cento dos professores manifestou-se). Nos casos em que a expressão numeral se encontra no singular, a concordância poderá ser realizada no singular (ex.: um por cento dos professores manifestou-se) ou no plural, com o núcleo nominal encaixado (ex.: um por cento dos professores manifestaram-se). Há, no entanto, casos, como indicam os mesmos autores, em que a alternância desta concordância não é de todo possível, sendo apenas correcta a concordância com o núcleo nominal que segue a expressão percentual (ex.: dez por cento do parque ardeu, mas não *dez por cento do parque arderam).

Face a esta problemática, o mais aconselhável será talvez realizar a concordância com o nome que se segue à expressão "por cento", visto que deste modo nunca incorrerá em erro (ex.: noventa por cento dos professores manifestaram-se, um por cento dos professores manifestaram-se, dez por cento da turma reprovou no exame, vinte por cento da floresta ardeu). De acordo com Evanildo Bechara, na sua Moderna Gramática Portuguesa (Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002, p. 566), esta será também a tendência mais comum dos falantes de língua portuguesa.




Como fiz à [sic] pouco tempo um exame fiquei com algumas dúvidas em algumas questões e o pior é que às pessoas que pergunto ninguém me sabe dar uma resposta concreta.
1) Tendo em conta a questão linguística a frase: Numa democracia, a educação não pode ser um previlégio das elites. -Está correcta. -está incorrecta.
2) Na frase: "faz o trabalho comigo", comigo é: - complemento directo. - complemento indirecto. - complemento circunstancial.
3) Qual é a frase que indica correctamente que alguém teve um encontro quando era uma hora? - Encontrei-o à uma hora. - Encontrei-o há uma hora. - Encontrei-o por volta da uma hora.
4) Palatalização é um fenómeno fonético de : - queda de sons - transformação de sons - adição de sons
5) Identifique a frase incorrecta: - O António trouxe-te o livro? - Touxes-te os livros que te pedi? - Trouxemos os livros do António? - Como não podia com os livros o António trouxe-mos.
6) Quantos erros identifica neste texto: Soube-se que a venda de livros baixou. Na verdade, lê-se muito pouco e escreve-se ainda menos. Se se escrevesse e lesse mais, a cultura seria mais sólida e os cidadãos mais intrevenientes. - um erro - dois erros - três erros - quatro erros
7) Identifique a frase em que se verifica um erro de sintaxe? - Não lhe trataram como merecia. - Não lhe deram a devida atenção. - Não lhe trouxeram o que pediu. - Não lhe fizeram qualquer pergunta.
Sem prejuízo de outros critérios de correcção, e apesar de este serviço de dúvidas linguísticas não se substituir a uma correcção pedagógica de âmbito escolar, pode dizer-se sucintamente o seguinte:

1) A questão contém um erro ortográfico em previlégio, que se deverá grafar privilégio.
2) Na resposta deverá referir-se que comigo é complemento circunstancial, pois tem uma função adverbial e não corresponde a um complemento obrigatório do verbo fazer, ao contrário do sintagma nominal o trabalho, que desempenha função de complemento directo.
3) Deve dizer-se que é a hipótese Encontrei-o à uma hora que indica que alguém teve um encontro quando era uma hora, pois a frase encontrei-o há uma hora indicaria um encontro ocorrido precisamente uma hora antes da enunciação. Sobre este assunto, poderá consultar a resposta à ou há (a este propósito, deve dizer-se também que na sua questão escreve como fiz à pouco um exame, onde deverá utilizar e não à, pois trata-se de tempo decorrido).
4) Sobre a palatalização, deve dizer-se que se trata de um fenómeno de transformação de sons, muito frequente, por exemplo, na passagem do latim ao português (ex.: filium > filho) ou no dialecto madeirense, quando um /l/ depois de um /i/ é lido lh (ex.: vila pronuncia-se < vi[λ]a).
5) A pergunta diz novamente respeito à ortografia, sendo que a frase ortograficamente incorrecta é Trouxes-te os livros que te pedi?, pois a forma *trouxes é inexistente, pelo que não pode ser seguida do pronome pessoal -te. Sobre esta questão, por favor consulte também a resposta falaste/falas-te, comoveste/comoves-te.
6) A questão contém apenas um erro ortográfico em intrevenientes, que se deverá grafar intervenientes.
7) A frase que contém um erro de sintaxe é Não lhe trataram como merecia, pois o verbo tratar é transitivo directo, pelo que o pronome deverá ser o e não lhe (não o trataram como merecia).

Alguns destes erros, entre muitos outros, podem ser detectados através do corrector ortográfico do FLiP, disponível online em versão gratuita em http://www.flip.pt/FLiPOnline.

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ta·ná·si·a ta·ná·si·a
(redução de atanásia)
substantivo feminino

[Botânica]   [Botânica]  Planta herbácea (Tanacetum vulgare) da família das compostas, de folhas penatífidas e flores pequenas amarelas. = ATANÁSIA, TANACETO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/espectador [consultado em 02-11-2018]