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    absolvessem-mos

    desculpado | adj.

    Absolvido da culpa; relevado....


    absolto | adj.

    Que foi absolvido ou perdoado....


    confessor | adj. n. m.

    Que ou sacerdote que ouve confissões e pode absolver os pecados (ex.: padre confessor; o confessor ouviu-o)....


    condenar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Declarar ou declarar-se como culpado....


    desligar | v. tr. e pron. | v. tr. e intr. | v. tr.

    Desfazer ou desfazer-se uma ligação (ex.: é impossível desligar a teoria da prática; a deputada desligou-se do partido)....


    perdoar | v. tr. e intr.

    Conceder perdão, absolver da pena....


    reservado | adj.

    Circunspeto; cauteloso; discreto; prudente....


    absolver | v. tr. | v. pron.

    Julgar inocente, irresponsável ou desobrigado da culpa imputada....


    absorver | v. tr. | v. pron.

    Fazer desaparecer total ou parcialmente um líquido, atraindo-o a si....


    reconciliar | v. tr. | v. pron.

    Restabelecer o acordo entre pessoas que se tinham malquistado....


    absolvente | adj. 2 g.

    Que absolve ou ajuda a absolver....


    Deixar de considerar crime; remover a penalidade criminal de algo anteriormente considerado como crime (ex.: descriminalizar o aborto)....


    descriminar | v. tr.

    Tirar a culpa a; considerar alguém inocente de crime que lhe foi imputado (ex.: descriminar um réu por falta de provas)....




    Dúvidas linguísticas


    Pretendo saber como se lê a palavra ridículo. Há quem diga que se lê da forma que se escreve e há quem diga que se lê redículo. Assim como as palavras ministro e vizinho, onde também tenho a mesma dúvida.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.