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    Pesquisa nas Definições por:

    Volteamos

    Que salta de um lado para o outro....


    volteante | adj. 2 g.

    Que volteia (ex.: saia volteante)....


    volteada | n. f.

    Ato de correr o campo a fim de arrebanhar ou recolher os animais para o rodeio....


    volteadura | n. f.

    Ação ou efeito de voltear....


    volteio | n. m.

    Ato ou efeito de voltear....


    volteador | adj. n. m.

    Que ou aquele que volteia....


    bolcar | v. tr.

    Fazer cair, volteando....


    bordejar | v. intr. | v. tr.

    Navegar, mudando de rumo frequentemente, consoante a direção do vento....


    tresvoltear | v. tr.

    Fazer girar três ou muitas vezes; voltear....


    voltear | v. tr. | v. intr.

    Dar voltas a; fazer girar; voltar frequentes vezes....


    volver | v. tr. | v. intr. | v. intr. e pron. | n. m.

    Voltar, erguer....


    revienga | n. f.

    Movimento que se faz para enganar o adversário ou esquivar-se a ele, geralmente com mudança de direção....


    escaramuçar | v. tr. | v. intr.

    Combater em escaramuças....




    Dúvidas linguísticas


    Diz-se parecido a ou parecido com? Por exemplo, parecido ao Pai ou parecido com o Pai? Ambas as formas estão correctas?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?