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    RAIVAM-NAS

    sukua | interj.

    Expressão de admiração ou raiva....


    emputecido | adj.

    Que está cheio de raiva (ex.: fiquei tão emputecida com ele)....


    Ato de escandecer; estado daquilo que é escandecente....


    rugido | n. m.

    Grito do leão....


    acesso | n. m. | adj.

    Ato de chegar ou de entrar....


    danação | n. f.

    Maldição; perversão....


    desespero | n. m.

    Desesperança acompanhada de cólera....


    hidrofobia | n. f.

    Doença caracterizada pelo horror aos líquidos....


    ira | n. f.

    Cólera; raiva, indignação; fúria, violência....


    jeriza | n. f.

    Raiva, ira, ódio....


    ódio | n. m.

    Sentimento de intensa animosidade relativamente a algo ou alguém, geralmente motivado por antipatia, ofensa, ressentimento ou raiva....


    rebentina | n. f.

    Explosão ou acesso de fúria, de raiva, de cólera....


    vitimismo | n. m.

    Sentimento de ansiedade, preocupação ou raiva de quem é vítima de algo ou de alguém....


    raivença | n. f.

    Furor impotente e ridículo; raiva ou zanga de criança....


    raivinha | n. f. | n. f. pl.

    Desapontamento, desgosto....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Encontrei uma resposta que passo a transcrever "Na frase Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante existe uma locução (aquele grupo de jovens) que corresponde a um sujeito da oração subordinada (quando aquele grupo de jovens se encontraram perto do restaurante) com uma estrutura complexa. Nesta locução, o núcleo do sintagma é grupo, e é com este substantivo que deve concordar o verbo encontrar. Desta forma, a frase correcta seria Já passava das duas da manhã quando aquele grupo de jovens se encontrou perto do restaurante."
    Sendo que a frase em questão foi retirada do Campeonato Nacional de Língua Portuguesa, e a frase completa é "Já passava das duas quando aquele grupo de jovens se encontraram perto da discoteca, aonde o Diogo os aguardava". Segundo a vossa resposta, dever-se-ia ter escrito "(...) aquele grupo de jovens se encontrou (...)". Mas se assim for, também seria de considerar "aonde o Diogo os aguardava", pois se consideramos que o sujeito é singular, não faz sentido dizer "os aguardava", mas sim "o aguardava". No entanto, não podemos considerar que existe concordância atractiva em que "deixamos o verbo no singular quando queremos destacar o conjunto como uma unidade. Levamos o verbo ao plural para evidenciarmos os vários elementos que compõem o todo." (Gramática do Português Contemporâneo Cunha/Cintra)? Agradeço elucidação se mantêm a vossa opinião, tendo a frase completa. Já agora, na frase utiliza-se "aonde Diogo os esperava". Não deveria ser "onde"?