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    Pesquisa nas Definições por:

    PINGARAS-LHOS

    lágrima | n. f. | n. f. pl.

    Gota líquida que sai dos olhos, por efeito físico ou por causa moral....


    salpico | n. m. | n. m. pl.

    Pedra de sal com que se salga o peixe ou a carne....


    tabafeira | n. f.

    Tipo de enchido feito de pão de trigo, carne cozida e pingue, próprio para se comer fresco....


    múria | n. f.

    Salmoira feita do pingo do atum....


    picto | adj. | n. m.

    Relativo aos pictos, povo antigo da região da Escócia, na Grã-Bretanha (ex.: língua picta; tatuagem picta)....


    pingo | n. m.

    Bom cavalo....


    pingaço | n. m.

    Cavalo muito bom e bonito....


    pingalho | n. m.

    Pinga; porção de bebida....


    pinganel | n. m.

    Pedaço de gelo suspenso nos beirais dos telhados....


    pingante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que pinga....


    pinguela | n. f.

    Peça de armadilha para pássaros....


    pinguicho | n. m.

    Pequeníssima porção de qualquer líquido....




    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?