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    Pesquisa nas Definições por:

    ENGOLISTE-AS

    disfagia | n. f.

    Dificuldade de engolir (ex.: o doente mantém disfagia para sólidos)....


    saliva | n. f.

    Humor aquoso e um tanto viscoso que humedece a boca; cuspo....


    acará | n. m.

    Bolinho feito com massa de feijão-frade, cebola e sal, frito em óleo de palma....


    engolideiras | n. f. pl.

    Espaço entre a boca e a laringe....


    chuinga | n. f. ou m.

    Pequena guloseima mastigável, que não é para engolir, aromatizada, de consistência pegajosa e elástica, feita geralmente de chicle....


    goleta | n. f.

    Quantidade de líquido que se engole de uma vez....


    golada | n. f.

    Grande quantidade de líquido que se engole de uma vez....


    goela | n. f.

    Espaço que antecede imediatamente a laringe dos mamíferos....


    gole | n. m.

    Quantidade de líquido que se ingere de uma vez....


    tragante | adj. 2 g. | n. m. pl.

    Que traga; que se traga....


    pílula | n. f.

    Medicamento em forma aproximada à de uma pequena bola....


    trampolinice | n. f.

    Ato, dito ou comportamento de quem engana, de quem é trampolineiro (ex.: não engolimos mais trampolinices desses espertalhões)....


    remoalho | n. m.

    Bolo alimentar que, depois de engolido, os ruminantes voltam a remoer na boca....


    sabor | n. m.

    Impressão que deixa na boca o que se mastiga ou se engole....


    engolidor | adj. n. m.

    Que ou aquele que engole, absorve, traga....


    voraz | adj. 2 g.

    Que come com sofreguidão; que devora....


    abolçar | v. tr.

    Deitar fora pela boca o que foi engolido ou deglutido....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?