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    Pesquisa nas Definições por:

    Definhamos

    contabescente | adj. 2 g.

    Que definha ou emagrece muito por efeito de doença....


    definhado | adj.

    Muito magro; ralado, consumido....


    marcescente | adj. 2 g.

    Que murcha ou pode murchar....


    mirrado | adj.

    Seco; definhado....


    Relativo a ou próprio de esqueleto (ex.: análise esquelética)....


    estrago | n. m.

    Dano que prejudica parte do que se possui, que danifica a qualidade, que diminui a quantidade....


    ftisiúria | n. f.

    Magreza causada pelo excesso de secreção de urina, especialmente nos diabéticos....


    peco | n. m. | adj.

    Mal que causa o estiolamento das plantas....


    caveiroso | adj.

    Descarnado como caveira....


    tisiólogo | n. m.

    Pessoa especialista em tisiologia ou no estudo da tuberculose....


    atrofiar | v. tr. | v. pron.

    Causar atrofia a....


    azougar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Cobrir ou juntar com azougue....



    Dúvidas linguísticas


    A palavra "corrimão" pertence à família de palavras da palavra "mão"? Que outras palavras podem pertencer a esta família?


    Tenho uma dúvida relativamente ao novo acordo ortográfico. Será que alguém me pode explicar de forma convincente porque é que a palavra "pára" (3ª pess. sing. pres. ind. de parar e 2ª pess. sing. imp. de parar) terá a sua grafia alterada para "para"?
    Não bastavam já todos os outros exemplos na língua portuguesa em que diferentes palavras têm a mesma grafia, mudando a sua pronúncia para alterar o significado? A final o novo acordo ortográfico serve para simplificar ou para complicar?
    Não quero dizer que muitas das coisas do novo ortográfico não fazem sentido, por muito que nos custe alterar a forma como nos ensinaram a ler e a escrever, mas é por causa destes exemplos, no meu ver, completamente estúpidos, que o novo acordo perde credibilidade e fará com que muita gente se recuse a aplicá-lo.