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    Pesquisa nas Definições por:

    CIFRARMOS-TOS

    criptografia | n. f.

    Escrita secreta, em cifra, isto é, por meio de abreviaturas ou sinais convencionais....


    criptograma | n. m.

    Comunicação ou escrita em cifra....


    timbre | n. m.

    Insígnia que se põe sobre um escudo de armas para marcar os graus de nobreza....


    criptologia | n. f.

    Disciplina que estuda a escrita cifrada, reunindo técnicas da criptografia e da criptoanálise....


    cifra | n. f. | n. f. pl.

    Algarismo que representa zero....


    cifrante | n. m.

    Livro explicativo de uma cifra ou escrita secreta....


    cifrão | n. m.

    Sinal ($) que indica várias unidades monetárias (por exemplo, o dólar americano; antes do euro, indicava escudos, e escrevia-se à direita do algarismo que os representava)....


    cifragem | n. f.

    Ato ou efeito de cifrar....


    controlo | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    contracifra | n. f.

    Chave com que se decifra um texto cifrado....


    controle | n. m.

    Vigilância, exame minucioso....


    cifrar | v. tr. | v. pron.

    Escrever em cifra....


    codificar | v. tr.

    Reduzir ou reunir em código....


    decodificar | v. tr.

    Traduzir em linguagem clara uma informação codificada....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?