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    Pesquisa nas Definições por:

    CEGANDO-OS

    geco | n. m.

    Lagarto das regiões quentes, muito estridente....


    cabra-cega | n. f.

    Jogo em que um participante, com os olhos vendados, tem de agarrar outro participante e identificá-lo....


    ceco | n. m.

    Parte inicial do intestino grosso....


    cegada | n. f.

    Grupo de cegos....


    fanatismo | n. m.

    Paixão religiosa do fanático....


    intestino | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Interior, interno, íntimo....


    sega | n. f.

    Ato ou efeito de segar....


    sega | n. f.

    Ferro que se adapta ao timão do arado, adiante da relha, para facilitar a lavra e cortar as raízes....


    segada | n. f.

    Ato ou efeito de segar....


    zanolho | adj. n. m.

    Que ou quem tem estrabismo....


    caolho | adj. n. m.

    Que ou quem tem estrabismo....


    ceganucho | adj. n. m.

    Que ou quem é cego só de um olho....


    cegueta | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que vê mal....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?