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    Pesquisa nas Definições por:

    AFIXAM-TO

    cartazeiro | n. m.

    Aquele que se emprega em afixar cartazes....


    ecrã | n. m.

    Superfície, geralmente branca, na qual se projetam vistas fixas ou animadas....


    proscrito | adj. | n. m.

    Que sofreu proscrição....


    infixo | n. m.

    Afixo medial (ex.: -dis- em indispor é um infixo)....


    matrícula | n. f.

    Ato ou efeito de matricular ou de se matricular....


    Pedaço de papel impresso que se afixa num recipiente, geralmente na parte oposta à do rótulo, com informações adicionais sobre o produto, o produtor ou o distribuidor (ex.: contrarrótulo de uma garrafa de azeite)....


    afixo | n. m. | adj.

    Partícula que se junta a uma palavra para lhe modificar a significação (ex.: os prefixos e os sufixos são afixos)....


    pasquim | n. m.

    Escrito anónimo afixado em lugar público com expressões satíricas contra o governo ou alguma pessoa constituída em dignidade....


    fixar | v. tr. | v. pron.

    Tornar fixo....


    publicar | v. tr.

    Tornar público e notório....


    código | n. m.

    Coleção de leis....


    não-afixal | adj. 2 g.

    Em que não há presença de afixo (ex.: derivação não-afixal)....


    desafixar | v. tr.

    Despregar, tirar (o que está afixado)....


    afixal | adj. 2 g.

    Relativo a afixo ou à presença de afixo (ex.: derivação afixal)....


    edital | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo a édito....


    afixável | adj. 2 g.

    Que se pode afixar....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?