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    Esta palavra no dicionário

    vinagreiro | n. m.

    Pessoa que faz ou vende vinagre....


    aplísia | n. f.

    Designação dada a vários moluscos gastrópodes marinhos opistobrânquios do género Aplysia, cujo corpo é semelhante ao dos caracóis, que se deslocam sobre o fundo marinho e podem expelir um líquido roxo ou avermelhado quando ameaçados....


    cuxá | n. m.

    Molho espesso feito com folhas de vinagreira e temperos, tradicional na cozinha do estado brasileiro do Maranhão (ex.: arroz de cuxá)....


    lebre-do-mar | n. f.

    Designação dada a vários moluscos gastrópodes marinhos opistobrânquios, que se deslocam sobre o fundo marinho e podem expelir um líquido roxo ou avermelhado quando ameaçados....




    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber o antónimo de andrógeno, ou seja, o factor que estimula ou faz aparecer os caracteres femininos?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?