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vinagreira

A forma vinagreirapode ser [feminino singular de vinagreirovinagreiro] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
vinagreiravinagreira
( vi·na·grei·ra

vi·na·grei·ra

)


nome feminino

1. Vasilha em que se guarda ou prepara o vinagre.

2. Vinho azedo.

3. [Botânica] [Botânica] Azeda (planta).

4. [Zoologia] [Zoologia] Designação dada a vários moluscos gastrópodes marinhos opistobrânquios, que se deslocam sobre o fundo marinho e podem expelir um líquido roxo ou avermelhado quando ameaçados. = TINTUREIRA

5. [Portugal: Alentejo] [Portugal: Alentejo] [Culinária] [Culinária] Gaspacho.

etimologiaOrigem etimológica:vinagre + -eira.
vinagreirovinagreiro
( vi·na·grei·ro

vi·na·grei·ro

)


nome masculino

1. Pessoa que faz ou vende vinagre.

2. [Portugal: Porto, Informal] [Portugal: Porto, Informal] Pessoa que bebe muito. = BORRACHÃO

etimologiaOrigem etimológica:vinagre + -eiro.

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Por favor poderiam me dar o feminino desta frase: Os músicos estão na praça!
Uma frase não tem feminino ou masculino.

Se a questão se coloca quanto ao sujeito Os músicos, o feminino da palavra músico é música (ex.: Ela é música). Se se referir ao conjunto de músicos e músicas, então terá de ser Os músicos. Assim, se o sujeito da frase for feminino plural, será As músicas (mesmo podendo ser confundido com as músicas = as canções, as melodias).




Ao considerar a palavra Aristo uma palavra do dicionário português (honra seja feita à marca austríaca desde 1862) não estamos a incorrer no erro de usar uma marca para definir algo? Imaginem: Em vez de significado de gasosa com sabor a cola, usarmos uma das marcas que exstem no mercado. Ainda mais injusto quando uma das referências que existe é: ... aristo tipo"rotring" ... (Rötring, como sabemos outra marca, desta vez alemã).
No Dicionário Priberam (e nos dicionários gerais de língua) são registadas como entradas palavras de uso corrente. A lexicalização de nomes próprios, nomeadamente de marcas comerciais, é um fenómeno linguístico e acontece por uma derivação metonímica, nomeadamente quando uma marca passou a designar genericamente objectos análogos.
São exemplos deste fenómeno palavras como cotonete, creolina, gilete, jipe, licra, rímel, roscofe, velcro ou vespa, entre outros, e também o caso de aristo (ex.: a lista de material escolar inclui um aristo; secção de réguas, esquadros, aristos e transferidores). Não é exclusivo do português e pode assumir comportamento diferente mesmo dentro da mesma língua (por exemplo, esferovite/isopor, respectivamente no português de Portugal/português do Brasil).
Nesses casos, a palavra é registada no Dicionário Priberam com minúscula e na etimologia da palavra é referida como marca registada a palavra da qual derivou, na sua grafia original, geralmente com maiúscula inicial (como é o caso de Aristo). A lexicalização de uma marca é um critério seguido pela tradição lexicográfica para a sua dicionarização e são excluídos juízos de valor, mas é claro que cada falante ou utilizador da língua faz as suas escolhas, consoante as suas preferências ou conveniências ou o seu conhecimento linguístico, e poderá sempre optar por outra palavra que não tenha esta origem.

Como curiosidade, podemos referir que no Dicionário Priberam, no espaço de um ano (entre Julho de 2020 e Julho de 2021), foram feitas cerca de 1650 pesquisas por aristo, tendo mais de um quinto destas pesquisas sido feitas em Setembro de 2020, correspondendo ao início do ano escolar.