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    ventava

    pelo | n. m.

    Prolongamento filiforme que cresce na pele dos animais e em algumas partes do corpo humano....


    zana | n. f.

    Usado na locução adverbial à zana, às pressas, correndo, ventando, a toda a velocidade....


    narina | n. f.

    Cada uma das duas aberturas das fossas nasais....


    escarabanar | v. intr.

    Chover e ventar ao mesmo tempo....


    sota-ventear | v. tr. | v. intr. e pron.

    Voltar para sota-vento (o navio)....


    sota-ventar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Voltar para sota-vento (o navio)....


    ventar | v. intr.

    Haver vento, soprar com força o vento....


    soprar | v. tr. | v. intr.

    Dirigir o sopro para....


    aventar | v. tr.

    Segurar pelas ventas....


    cabelo | n. m.

    Conjunto do pelo da cabeça, e, por extensão, do corpo humano (ex.: cabelo crespo; cabelo curto; cabelos brancos; cabelos compridos)....


    narícula | n. f.

    Cada uma das aberturas das fossas nasais....


    venta | n. f. | n. f. pl.

    Cada uma das fossas nasais....



    Dúvidas linguísticas


    Qual é a expressão correcta: ...Em comunicado da Senhora Juiz... ou ...Em comunicado da Senhora Juíza...?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?