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cabelo

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cabelocabelo
|ê| |ê|
( ca·be·lo

ca·be·lo

)
Imagem

Conjunto do pêlo da cabeça, e, por extensão, do corpo humano (ex.: cabelo crespo; cabelo curto; cabelos brancos; cabelos compridos).


nome masculino

1. Conjunto do pêlo da cabeça, e, por extensão, do corpo humano (ex.: cabelo crespo; cabelo curto; cabelos brancos; cabelos compridos).Imagem

2. Cada um desses pêlos.

3. Pêlo comprido de certos animais.

4. Espiral reguladora dos relógios de algibeira.


até aos cabelos

[Informal] [Informal] Até não poder mais (ex.: a gente está farta até aos cabelos). = ATÉ À RAIZ DOS CABELOS, COMPLETAMENTE, INTEIRAMENTE, TOTALMENTE

cabelo à escovinha

Cabelo cortado muito rente.

cabelo aguado

Cabelo ralo e fino.

com o cabelo em pé

[Informal] [Informal] O mesmo que com os cabelos em pé.

com os cabelos em pé

[Informal] [Informal] Em estado de susto ou de medo.

de cabelo em pé

[Informal] [Informal] O mesmo que com os cabelos em pé.

de cabelos em pé

[Informal] [Informal] O mesmo que com os cabelos em pé.

de cabelo na venta

[Informal] [Informal] Irritadiço ou com mau génio.

em cabelo

Com a cabeça descoberta; sem chapéu.

pelos cabelos

[Informal] [Informal] De má vontade, com sacrifício ou no limite da paciência.

ter cabelo na venta

[Informal] [Informal] Ter mau génio ou ser irritadiço.

ter cabelos no coração

Ser insensível, cruel.

etimologiaOrigem etimológica:latim capillus, -i.
Colectivo:Coletivo:Coletivo:cabeladura, cabeleira, encabeladura.

Auxiliares de tradução

Traduzir "cabelo" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual o antônimo de pensando.
É difícil encontrar uma palavra antónima para o verbo pensar (o mais fácil é a locução não pensar). No entanto, e apenas em alguns contextos, é possível utilizar o antónimo esquecer (por exemplo, pensou no pai) ou desconhecer (por exemplo, pensou na solução mais correcta).



A língua portuguesa a partir deste ano não seria unificada? As palavras não seriam igualmente escritas em todos os países que têm como língua mãe o português?
O que está em discussão quando se fala do Acordo Ortográfico (cuja entrada em vigor e período de transição têm datas variáveis consoante cada país) não é uma unificação da língua, mas uma "ortografia unificada" (cf. primeiro parágrafo do Acordo Ortográfico de 1990).

A linguagem escrita, contrariamente à linguagem oral, não é adquirida por exposição a textos escritos, antes resulta de aprendizagem, isto é, de alfabetização. Através de processos de repetição, de leitura e de memorização há uma aprendizagem formal, geralmente institucionalizada, da representação gráfica da oralidade. Tal representação obedece a regras convencionadas, algumas das quais adquiridas de forma explícita. A ortografia é então apenas uma parte da língua, a mais convencionada e menos natural, que corresponde à forma gráfica que a língua assume nos seus suportes escritos.

O Acordo Ortográfico pretende uniformizar, de alguma forma, a ortografia da língua portuguesa, mas este texto legal não pretende neutralizar as variadíssimas diferenças e variantes entre as variedades do português, principalmente no que diz respeito ao léxico, à fonética ou à sintaxe. Mesmo a nível ortográfico, há diferenças, principalmente entre a norma brasileira e a norma portuguesa, que não estão previstas e não são resolvidas pelo Acordo Ortográfico, nomeadamente aquelas que resultam da tradição lexicográfica (i.e., o registo das palavras nos dicionários, ao longo de muitos anos) diferente em Portugal e no Brasil (ex.: alforge, beringela, connosco ou missanga na norma europeia e alforje, berinjela, conosco ou miçanga na norma brasileira).