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    RESSENTIAM-TAS

    dolorido | adj.

    Dorido, magoado, ressentido....


    ressabiado | adj.

    Que ressabia; que tem ranço....


    ulcerado | adj.

    Que tem úlcera ou úlceras....


    amuo | n. m.

    Manifestação de enfado, de ressentimento ou de mau humor que se revela por gestos e palavras bruscos, por um silêncio obstinado ou por evitar contacto visual....


    dorido | adj. | n. m.

    Que ainda se ressente um tanto da dor que teve....


    ódio | n. m.

    Sentimento de intensa animosidade relativamente a algo ou alguém, geralmente motivado por antipatia, ofensa, ressentimento ou raiva....


    ofensa | n. f.

    Ato ou efeito de ofender....


    despeito | n. m.

    Ressentimento por desconsideração ou ofensa leve....


    queixa | n. f.

    Ato ou efeito de se queixar....


    ressábio | n. m.

    Sabor acre e desagradável....


    ressaibo | n. m.

    Sabor acre, resultante de uma substância que aderiu ao recipiente por onde se bebe ou se come; mau saibo....


    sevandija | n. f. | n. 2 g.

    Nome comum a todos os insetos parasitas ou vermes imundos....


    rancor | n. m.

    Sentimento forte de mágoa que perdura após afronta ou ofensa sofridas....




    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?