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    Pesquisa nas Definições por:

    REGOU-SE-LHOS

    belão | n. m.

    Lombada entre dois sulcos onde não chega a água de rega....


    levadeiro | n. m.

    Pessoa que distribui águas de rega através de levadas ou que cuida da sua manutenção....


    corga | n. f.

    Rego por onde corre bastante água....


    maracha | n. f.

    Marachão pequeno....


    marra | n. f.

    Sacho para mondar....


    talhadouro | n. m.

    Lugar onde se talha ou corta a água de rega....


    augueiro | n. m.

    Vala por onde corre a água de rega....


    corgo | n. m.

    Rego por onde corre bastante água....


    córrego | n. m.

    Rego por onde corre bastante água....


    cortadura | n. f.

    Incisão com instrumento cortante....


    embelga | n. f.

    Leira, courela, rego....


    estria | n. f.

    Linha que forma sulco ou traço numa superfície (ex.: estrias das conchas, estria do osso, estrias das rochas)....


    estriga | n. f.

    Porção de linho que de uma vez reveste a roca....


    foreiro | adj. | n. m.

    Que paga foro....


    levada | n. f.

    Ato de levar....


    poça | n. f. | interj.

    Cova pouco funda, com água....


    pontaria | n. f.

    Operação que consiste em assestar ou apontar uma arma de fogo....



    Dúvidas linguísticas


    Qual o antônimo de "neo"?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?