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    Pesquisa nas Definições por:

    Precisei-Ta

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    determinado | adj. | det. e pron. indef.

    Que se determinou....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    falto | adj.

    Que tem necessidade, carência de algo; que precisa de (ex.: estavam faltos de víveres)....


    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    impreciso | adj.

    Não preciso, não determinado....


    | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    mo | contr.

    Contração dos pronomes me e o (ex.: preciso dessa colher, podes passar-ma, por favor?)....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    nidífugo | adj.

    Diz-se da ave que pouco tempo depois de nascer já não precisa dos pais para locomoção e alimentação....


    sine die | loc.

    Sem marcação de uma data certa; sem uma data precisa para acontecer ou realizar-se (ex.: foi adiado sine die; adiamento sine die)....


    Que ultrapassa os recursos da jurisprudência e precisa de ser analisado de forma não convencional....


    Em sentido restrito; em sentido muito preciso....


    Despreza-se o protetor quando já não precisamos mais dele, o que equivale ao rifão: Só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja....



    Dúvidas linguísticas


    Estão todos chamando uma mulher presidente de presidenta, isso não está errado? Existe a palavra presidenta?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?